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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Momento de reflexão: Carreira profissional


Olá caros leitores, 

Hoje falaremos sobre um assunto que pauta na cabeça de qualquer um independente da idade.
O tema de hoje refere-se a Carreira profissional.
No início da escolha da carreira profissional, muitas vezes surgem questões como:

-Será que é a escolha correta a se fazer?
-Será que é a profissão que tenho vocação?
-Será que me realizarei com essa profissão?
-E se não for, tenho o direito de traçar outro caminho para seguir?

Diante de tantas questões como essas e muitas outras que vão surgindo ao longo do caminho, o desafio é grande.

Porém, mesmo depois de escolher uma profissão a qual seguir, há um período na vida em que você se pergunta:

- O que você sempre sonhou em fazer na vida?
- O que mais te chamou a atenção nessa profissão que você exerce?
- Você faz o que você realmente gosta?
- O que você vê para o futuro com relação ao que você faz?
- Pensa em ascensão ou mudança de ares?
- Já realizou boa parte dos seus sonhos? Ou ainda não chegou a concretizar pelo menos um, com relação a sua carreira profissional ou qualquer âmbito na vida?

Perguntas como essas são feitas a nós de maneiras simples, mas que são diretas.
Querendo ou não, essas perguntas mexem com nosso ego, nossos pensamentos, nosso mundinho deixado de lado na zona de conforto que criamos com o passar dos anos.

E é ai que entramos em contradição com nós mesmos, ou seja, é desencadeado um conflito interno em que mais questões entram em nossas mentes: 

- Será que foi certo o que eu fiz até agora? 
- Será que ainda há tempo de correr atrás do que eu realmente quero? 
- Será que não estou velho demais para isso?

                 A resposta é: Se você ainda não encontrou a sua vocação, nunca é tarde demais para ir atrás.

Porém, essas questões cada um responde por si só, pois é cada individuo que pode determinar até aonde quer chegar e como quer chegar ao pódio da vida.
Isso não significa que exista primeiro, segundo ou terceiro lugar. Significa que é cada um que defini o seu próprio grau de realização, independente do seu nível financeiro ou social.

É tudo, uma questão de perspectiva!

Até a próxima!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A escolha do funcionário para a empresa.


É imprescindível não dizer que toda empresa precisa de funcionário. Pequena, média, grande e quanto maior o seu tamanho, maior a demanda por mão de obra qualificada.
As empresas detêm de departamentos como:

-Administrativo: Financeiro, Contas a receber, RH, Fiscal, Almoxarifado, Compras, Contabilidade, Controle de custo, etc.;
-Vendas e
- Operacional.

Pode-se dizer que dentro de cada departamento, cada função especifica, há um grau de responsabilidade, ou seja, o administrativo deve sempre estar atento as entradas e saídas de capital, compra de mercadorias, pagamentos de impostos, restituição dos mesmos, contratação de funcionários, administração de estoques, entre outros.
Vendas: nesse departamento também há o seu grau de responsabilidade latente, pois, se a empresa não vende, não tem lucro, não gera capital, não paga credores e nem funcionários.
Operacional: esse departamento, que é chamado vulgarmente de “chão de fábrica” desde os tempos em que a administração ainda ganhava conceito pelo mundo, também tem por responsabilidade fazer a empresa produzir. A sua importância está no grau de produtividade em ganho de escala com custos baixos, inclusive na mão de obra.

Agora vejamos a questão da contratação da Mão de Obra.

O RH (Recursos Humanos) deve atentar-se para o seguinte: o candidato a funcionário da empresa tem o mesmo perfil que a organização, é flexível quanto a problemas ocorridos no dia a dia da empresa, tem boa postura quanto a trabalhos em grupo e convivência com os colegas de trabalho. Mostra-se disposto a trazer melhorias para a empresa, devido a suas experiências anteriores, ou mostra-se motivado a aprender quando não tem experiência alguma no ramo que a empresa atua? Dentre outros fatores importantes também para a análise de desempenho.
O RH, assim como qualquer outro departamento dentro de uma empresa, é responsável pelos processos de contratação e demissão dos funcionários, verificando sempre o perfil de cada um com relação a função a ser exercida dentro da mesma.

Cada empresa tem sua forma de trabalhar, porém vale ressaltar que, para a organização tenha padrões de qualidade superior tanto nas vendas, como na produção com relação a seus concorrentes, o funcionário deve enquadrar-se no perfil da mesma.
Estando alinhados com os mesmos princípios, a tendência da empresa é o crescimento no mercado juntamente com o funcionário dentro da organização.

Uma equipe integrada com a empresa, o crescimento é certeiro.

Convivência no mundo organizacional


Com o passar do tempo, pelas experiências adquiridas no mundo organizacional, certas características relevantes puderam ser observadas quando se trata da convivência entre as pessoas, independente da hierarquia ocupada na empresa.

Características como:

-Padrões de comportamento ríspido ou até mesmo hostil;
-Omissão de certas verdades quanto à importância da pessoa na empresa em seu cargo de atuação ou até mesmo na função delegada.
-Falsas idéias de companheirismo dentro da empresa ou amizade.
-Ironias, mesquinhez.
-Imposição de poder sobre o subordinado, entre outras.

Ao observar estas características, percebe-se que as pessoas, às vezes por mais íntimas ou não que sejam, usam de certos artifícios para estarem bem no ambiente de trabalho.
Existem aquelas, que por outro lado, preferem não interagir, ficando de lado, sempre a mercê de qualquer atrito para causar conflitos internos, apenas para na realidade mostrarem o seu grau de insatisfação quanto à empresa, colegas e até mesmo pela carreira que optou. Não sendo sincero o suficiente consigo mesmo e com os outros na empresa.
Porém ao analisar esses padrões, pode-se notar que não são todas as pessoas que usam dessas características.
Há pessoas maleáveis, tranqüilas, e que às vezes engolem seco o desaforo da outra pessoa, apenas para não propiciarem uma desavença na empresa ou algo mais grave, como por exemplo, a perda da amizade, caso exista.

Nas questões hierárquicas, existem chefes, gerentes, supervisores que não estão dispostos a aceitar certas críticas quanto ao seu padrão de comportamento.
E para isso, a única resposta que se ouve falar é: “meu cargo, me força a ser assim, mostrar o poder que tenho aqui dentro”, pronunciadas com um ar irônico, com intuito de impor sua autoridade.
Existe uma grande diferença entre exercer o poder abusando da autoridade pelo cargo que exerce mostrando quem é que manda e conseguir dos colaboradores seu melhor desempenho através da LIDERANÇA.

Casos assim existem aos montes nas empresas, e o mais surpreendente é quando você se depara com essa situação e não detém de possibilidades para resolver esse problema.
Porém, a única solução encontrada até o momento é o uso da diplomacia, ou seja, nada melhor do que uma conversa franca com a pessoa para resolver ou amenizar o atrito existente.
Pode ser que não se resolva muita coisa, mas tentar buscar um caminho mais ameno e que torne o ambiente de trabalho melhor no dia a dia, ainda é a melhor opção.
Caso ainda assim, não haja acordo entre as partes, o melhor a se fazer é buscar trabalhar em um lugar que se sinta realmente integrado na equipe de trabalho como pessoa e não apenas como mais um a ocupar o cargo vago na empresa.