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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A Liderança.
Você já notou como a liderança hoje em dia é um dos fatores que mais se ouve falar?
Hoje em dia você tem a "obrigação" de ser um LÍDER em vários sentidos como por exemplo:
-Ser Líder de Si MESMO;
-Ser Líder no Trabalho;
-Ser Líder na escola;
-Ser Líder no Grupo Escolar ou Acadêmico;
-Ser Líder em Casa;
-Ser Líder em uma Reunião ou Dinâmica de Grupo no qual está disputando com outros Líderes pelo mesmo cargo pretendido; etc...
Hoje em dia a Liderança veio não como um fator de destaque talvez, mas de algo almejado por todos e que apenas simplesmente, poucos é que recebem o grande Trunfo: ser chamado de Líder. Para aqueles que nao conseguem esse precioso troféu que todos almejam, nada mais resta do que tentar novamente a disputa pelo objetivo e algum dia se vangloriar pela tão aclamada vitória de ser chamado de Líder.
Mas o que não podemos esquecer é que, todos nós já somos Líderes de nossa própria vida e que mesmo não sendo visto por todos os demais, somos seres que excercem o poder de liderança mesmo que em oposição a todas as circunstâncias estabelecidas na realidade própriamente dita.
Assim como fez o Grande Mestre Jesus Cristo e também Grande Líder Mahatma Ghandhi, a Líderança antes mesmo de ser execercida sobre qualquer indivíduo, deve ser antes de tudo exercida sobre nós mesmos, como explica o Escritor Augusto Cury do livro 12 Semanas para mudar uma Vida, só podemos liderar alguém quando conseguirmos liderar a nós mesmos e com isso não impor sobre o indivíduo nossos medos, frustrações, ansiedade, nervosismo e sim o controle sadío de nossas emoções.
A liderança nao é algo que possa ser adquirido do dia para noite, nem tão pouco só alguns individuos podem obetê-la. Antes de tudo é necessário seriedade, observação e compreensão dos fatos ocorridos para que assim possa ser tomada a atitude certa no momento certo e com clareza de pensamentos, no qual o mais relevante são os nossos atos.
A liderança é um fator de competitividade nos tempos atuais, mas não pode ser levada tão ao extremo como em certos casos que observamos por aí.
O importante é ser Você, mesmo que para os outros você não represente nada. E que mesmo sendo assim, você será lider de sua própria vida e de você mesmo.
Pense nisso!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Gestão do conhecimento

Ao ler um artigo na revista: Liderança do Venda mais, encontrei algo interessante sobre o assunto: Gestão do Conhecimento
"Falar em gestão do conhecimento, é falar do gerenciamento estratégico do conhecimento organizacional necessário para que uma empresa atinja seus objetivos e se diferencie no atual mercado competitivo. É cultivar, proteger e usar, efetiva e estrategicamente, o capital intelectual e o conhecimento da organização. Resultado de um conjunto de práticas, iniciativas, projetos, ações e posturas em torno dos conhecimentos importantes à companhia, além de um compromisso contínuo com a aprendizagem e o ensino". (Revista Liderança)

Segundo a Revista Liderança: "A Global Industry Analysts, empresa norte-americana especializada em estratégias de negócios e pesquisa de inteligência de mercado, divulgou um relatório mundial que estima que, somente em 2007, foram gastos US$34,17 bilhões em soluções e tecnologias para gestão do conhecimento, enquanto os serviços ocupam 67,6% da receita global. Esse cenário revela que as organizações já entenderam que é impossível pensar em competitividade e performance sem associá-las à gestão do conhecimento".

Se por acaso estiver se perguntando se a sua empresa precisa ou não de gestão do conhecimento, estes são os principais sintomas que indicam essa necessidade:

•Aumento da insatisfação dos clientes e do número de consumidores insatisfeitos.
•Falta de iniciativa e inovação.
•Feudos de excelência que se destacam das demais áreas.
•Inércia generalizada.
•Diminuição constante de talentos e perda de clientes para a concorrência.
•Perdas combinadas de conhecimentos em diversos pontos ao mesmo tempo, por exemplo: grande índice de turnover com alta evasão de profissionais mais experientes.
•Pouca resposta ou adaptação às mudanças do mercado.
•Pouca velocidade no desenvolvimento e lançamento de novos produtos.
•Predomínio de baixa motivação.
•Problemas na gestão dos processos.
•Retrabalho.
•Sistemas de informação desintegrados.
•Treinamento ineficiente.

Se você se identificou com uma das situações acima, é bem provável que sua companhia precise investir em gestão do conhecimento.
Mas este é um fato que vem tomando conta das empresas atualmente. Um mundo globalizado, individualista, que visa apenas os resultados e nao se preocupa com os meios para se conseguir atingir os objetivos, tem resultado em profissionais cada vez mais desmotivados, se perspectivas de crescimentos ou criação de metas para suas vidas pessoais e profissionais, tornando o mundo "interno" um lugar vazio e sem vida.

Procure meios para implementar a empresa de modo que cada um possa se sentir o diferencial, apostando de maneira simples no bem estar de cada individuo dentro da organizaçao.
Para isso segue algumas dicas:

Realizar reuniões com os funcionários – Encontros em que haja uma participação efetiva, com ideias, sugestões e críticas.
Promover um encontro entre os gerentes – Fazendo isso, você poderá descobrir as possíveis zonas de desmotivação, suas causas e, o mais importante, encontrar soluções para sanar os problemas.
Implantar caixas de sugestões – Nelas, os funcionários poderão sugerir ações que visem ao bem-estar de todos dentro da companhia e também fazer com que elas realmente possam ser implementadas. Isso gera comprometimento e faz com que o colaborador sinta-se responsável pelo crescimento da organização.
Fazer treinamentos – Tendo como enfoque a valorização da vida pessoal e profissional, não somente treinamentos técnicos.

Pois assim, as empresas teão pessoas criativas e comprometidas com os objetivos da companhia – e esse compromisso só acontecerá quando o colaborador compartilhar a visão organizacional e o crescimento da empresa significar seu próprio crescimento.

Frase:“Se o líder tem o objetivo de gerar resultados, uma das maneiras de fazer isso é ter um bom lugar para trabalhar”José Tolovi Júnior

quinta-feira, 12 de março de 2009

As 7 Leis Espirituais do Sucesso

Ola caro leitor!

Lendo alguns livros sobre auto conhecimento, tem um em especial que gostaria de compartilhar com você esta sensação de aprofundamento em relação a descoberta do meu Ser (ou tão mais comum chamado de EU interior).
O livro cujo me refiro é de um dos autores mais renomados no mundo do auto conhecimento, Deepak Chopra, cujos livros são escritos com base em estudos de sua própria viagem em busca do seu Eu interior.
Este Livro nada mais é pelo que seu proprio titulo diz: As 7 Leis espirituais do sucesso.
Nesta centelha de vida, ou era como chamada agora, vivemos em mundo cujo a rapidez em que as coisas são necessitadas é extremamente grande, de modo que todos somos influenciados por essa constante pressa na conquista por nossos objetivos. Somos influenciados e iludidos por todas as coisas ao nosso redor, desde irmãos, pais, professores, amigos, amores, propagandas via televisão, radio, e-mails, dentre outros. E acabamos por negligenciar o nosso proposito de vida, pelo qual muitas pessoas se quer sabem qual é, devido à "falta de tempo" para se descobrir ainda mais.
Deepak Chopra nos ensina em seu livro As 7 leis espirituais do Sucesso, que podemos conseguir o nossos sonhos ou objetivos que tanto almejamos sem perder o que há de mais necessario na vida: a Serenidade, cujo envolta de outros aspectos necessarios ao crescimento, nos proporciona maior altivez do nosso Eu interior.
As 7 leis são baseadas em:
-A lei da serenidade;
-A lei da Dadiva;
-A lei Causa - Efeito;
-A lei do Menor Esforço;
-A lei da intenção e do desejo;
-A lei do Desprendimento;
-A lei da Finalidade de Vida;
No entanto, além dessas maravilhosas Leis que existem, mesmo que estejamos conscientes delas ou não, ainda assim é necessário algo de extremo valor, cujo nada no mundo poderá lhe ensinar ou doar a VOCÊ, mas que simplesmente é adquirida pela própria noção de auto persepçao: A Vontade.
A Vontade aliada a Fé, são indestrutiveis a qualquer energia negativa que esteja pairando no ar, de forma a promover o realismo corrompido ou desejo supremo de se surpreender ainda mais.

Escrito por: Chirlei Rosa Cardoso

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009


Não há regra que garanta a felicidade


Ao assistir o filme sobre a vida do ex-presidente americano Harry Truman, fiquei atenta às palavras que teria dito em seu último discurso, após oito anos de mandato: "Se fizermos tudo corretamente, teremos um mundo maravilhoso". Essa idéia de lidarmos com o nosso melhor e assim podermos ser felizes possui algumas armadilhas que nos fazem errar repetidamente.

Quem já não se pegou perguntando: "Fiz tudo com as minhas melhores intenções, com muito cuidado para não errar, e, ao final, parece que fiz tudo errado!"

Erramos porque nos desconectamos do mundo real. Em busca de sermos ideais, perfeitos e maravilhosos, imaginamos que tudo depende apenas de nós, de fazermos a coisa certa. Assim, deixamos de lidar com as demandas da realidade imediata, que nos mostram que há mais vidas além da nossa própria!

Lama Gangchen Rinpoche nos incentiva a trabalharmos com o objetivo de sermos pessoas em constante evolução, porém, sempre conectadas com os limites da realidade. Isso não quer dizer que devamos nos sentir presos a eles, mas, sim, que podemos lidar com eles de um modo mais gentil e flexível. Em outras palavras: superar a rigidez diante das expectativas de como nós e as coisas devem ser.

Quando queremos controlar o ambiente para que tudo dê certo, nos tornamos rígidos, pois passamos a perceber só o nosso ponto de vista. Como resultado, nos tornamos tão possessivos em relação às nossas idéias de como as coisas deveriam ser, que facilmente nos tornamos agressivos diante de qualquer contrariedade. Nossa irritação aumenta quando vemos regras sendo negligenciadas.

Rinpoche nos ajuda a recuperar uma mente mais flexível quando nos fala: "As regras são como um chapéu de couro molhado. No momento em que o colocamos na cabeça parece macio e cômodo, mas conforme o tempo vai passando e o couro vai secando, o chapéu vai encolhendo, apertando nossa cabeça, que cada vez passa a doer mais. Temos que aprender a mais sobre como seguir regras sem deixar que elas nos aprisionem!"

Rinpoche não está querendo nos incentivar ao anarquismo. Apenas nos ajudar a reconhecer que o sistema em que vivemos nos torna facilmente pessoas facilmente rígidas e controladoras: atitudes que não nos ajudam a lidar com a natureza caótica de nossos tempos.

O budismo nos leva a cultivar um estado de abertura, isto é, de confiança em saber estar e esperar o que nos dará a visão do que precisamos saber e ainda não sabemos... é como ter uma mente focalizada, mas não perdida no foco.

Como desistir da tentativa de se assegurar de algo? Chögyam Trungpa responde para um discípulo que lhe pergunta como fazer isso: "Você quer tanto ficar seguro que a idéia de não se assegurar se converteu num jogo, numa grande piada, e num modo de você se assegurar. Você está preocupado em observar-se, e observar-se observando-se, e observar-se observando o ato de observar-se. E assim por diante, não tem fim. É um fenômeno bastante comum.
O que se faz realmente imprescindível é deixarmos por completo de nos importar, é pormos de lado esta história toda... é necessário recusar inteiramente a idéia de segurança e ver a ironia das nossas tentativas para nos assegurar, a ironia da nossa estrutura sobreposta de autoproteções. Temos que abandonar o observador do observador do observador. E, para fazê-lo, temos de deixar de lado o primeiro observador, a própria intenção de proteção". Desta maneira, os Lamas tibetanos estão nos alertando para não basearmos nossa confiança em algo mas, sim, no próprio estado de confiança.

Soltar e relaxar em nosso estado natural de autoconfiança é sem dúvida um desafio para nós que entendemos, desde pequenos, que devemos seguir regras que nos orientam em sobre como devemos agir para sermos felizes e as coisas darem certo. Por outro lado, o que os Lamas estão nos lembrando é que a solução para tanto está muito próxima de nós, não precisamos mais temer um erro, quer dizer, nos forçarmos para ser o que ainda não somos. Uma vez que compreendemos isso, podemos começar apenas reconhecendo o que acontece quando estamos relaxados e abertos e nos dizemos: "OK, está tudo bem".

Por: :: Bel Cesar ::