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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Análise inflacionária do mercado,segundo Valor Econômico. NUVEM PASSAGEIRA...

Depois de se aproximar dos 72 mil pontos em meados de janeiro, o Ibovespa inverteu a mão e agora tem dificuldades para ultrapassar a barreira dos 65 mil. Essa mudança de humor pegou boa parte do mercado de surpresa, mas não está restrita ao Brasil. As bolsas de emergentes tornaram-se alvo de uma fuga de recursos por conta da combinação da pressão inflacionária nesses mercados com a recuperação dos países desenvolvidos.

A queda da bolsa brasileira acompanha o ritmo global, mas o cenário interno acelerou esse movimento", afirma o presidente da Modal Asset, Alexandre Póvoa.
Na contramão, o índice da bolsa americana S&P 500 subia 5,03%, com apostas na recuperação da economia.

"O grande nó do Brasil é a questão fiscal", diz. O corte orçamentário de R$ 50 bilhões anunciado nesta semana pelo governo é relevante, afirma Póvoa, mas os artifícios contábeis usados no passado para fazer o superávit primário e a falta de detalhamento do ajuste fiscal deixam o mercado ressabiado.

Do ponto de vista dos fundamentos da economia local e de outros emergentes, não há justificativa para o mercado americano voltar a negociar com prêmios elevados em relação aos mercados de países em desenvolvimento.

"Confesso que este movimento de curto prazo me surpreendeu, não esperava uma supervalorização da bolsa, mas que o comportamento fosse positivo neste início de ano", admite o superintendente executivo de gestão de patrimônio do banco HSBC, Gilberto Poso.

Segundo o superintendente do HSBC, as empresas devem mostrar este ano um crescimento médio de lucros de 17% sobre os resultados de 2010, que já foram bastante bons dado o acentuado crescimento econômico do Brasil. "As ações ainda não refletem esses números, já que a bolsa em 2010 apenas consolidou a acentuada valorização do ano anterior", diz.
A relação de preço sobre lucro (P/L, que dá ideia de quantos anos o investidor vai levar para ter de volta o quanto aplicou) projetado para o fim deste ano da Bovespa é de 11,5 vezes, enquanto na China e na África do Sul é de cerca de 12 vezes, e na Índia e no México é de 16 vezes.

"Tudo é uma questão de preço, não faz o menor sentido as ações brasileiras serem mais baratas do que as americanas, sendo que o nosso PIB continuará crescendo mais do que o dos EUA", diz o diretor geral da Schroders Brasil, Beto Scretas.

Uma alta dessa magnitude do mercado americano sobre o brasileiro só ocorreu em três outras ocasiões: em 2002, em 2004 e durante a crise de 2008.
O diretor da BlackRock responsável pela gestão dos fundos de ações dedicados à América Latina, William Landers, também vê a reação, especialmente de investidores globais, como exagerada.

"Cadê aqueles que recomendavam a compra das ações de algumas construtoras quando elas tinham P/L de 15 vezes, sendo que agora o indicador está em cerca de 7 vezes?", questiona o diretor da Schroders

Apesar da inflação e das medidas do governo para diminuir a taxa de crescimento e, assim, a pressão inflacionária, o aumento de renda do brasileiro e o desemprego nos menores níveis da história continuarão puxando a demanda por imóveis, exemplifica. "
Secretas, da Schroders, está convicto de que este movimento de queda das ações brasileiras abre uma excelente oportunidade de ganhos para aqueles investidores que tiveram sangue-frio para entrar na bolsa agora, abstraindo a volatilidade que deve continuar no curto prazo. Para Poso, do HSBC, o investidor estrangeiro deve voltar para o mercado brasileiro em meados do segundo trimestre, quando começarem a sair os resultados do primeiro trimestre das companhias. "Com as empresas reportando bons lucros e a nossa bolsa mais barata do que as outras emergentes, o estrangeiro vai perceber como as ações brasileiras apresentam boas oportunidades de ganhos", acredita o superintendente.



Na opinião do diretor da corretora Ativa, Álvaro Bandeira, o dinheiro só vai voltar para a bolsa assim que o investidor tiver uma visão mais clara de como se dará a condução das políticas econômica e monetária do novo governo.

Por tanto, é preciso ser seletivo, para tomar decisões acertadas.

VALOR ECONÔMICO.






sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Inicio de Ano

Ola caros leitores.

Estamos começando mais um ano. Este que promete ser melhor que o ano de 2010, segundo algumas revistas, artigos, blogs, anuncios e sem falar em nossa próprias expectativas.
Promessas é o que não deixamos de fazer, assim com todo ciclo que se incia.
Verdade!
Porém, depois de realizarmos nosso planejamento, colocar no papel nossos sonhos, ainda assim é como se não conseguissemos encarar de frente nosso próprio contrato de desafios.
É nessa hora que temos de ficar atentos.
Devemos sim, encarar os obstaculos, porém definir de forma bem clara o que realmente queremos para nós em um futuro não tão distante assim.
O fato é que muitas vezes nem nos damos conta de quão rápido passa os dias, as semanas, os meses e ai por fim é chegado mais um final de ano.
Digo isso por observar pessoas em suas próprias consepções sobre sonhos, objetivos, etc...no começo do ano.
Algo como: quitar dívidas, fazer investimentos em poupança, fundos fixos, aquisição de imóveis ou simplesmente começar um curso novo para melhoria na carreira que pretende seguir.
Fora outros objetivos pessoais que se encontram em meio essa lista interminável como: aprender a tocar violão, artes, aprender jogar tênis, viajar mais, renovar o guarda roupas, entre outras coisas que também são essenciais a nossa qualidade de vida.
Devemos no entanto, estar sempre atentos quanto a nossa disponibilização de tempo em relação aos novos desafios propostos de maneira que realmente sejam conquistados em um intervalo de tempo razoavel, caso estipule datas para que aconteçam.
Espero sim, que o ano de 2011 possa ser um ano muito melhor que o ano de 2010, porém sempre atenta as minhas próprias expectativas quanto aos meus objetivos.
Segundo minhas fontes de horóscopo: Este ano tende a ser expetacular!!! rsrsr...
Contudo, só o tempo, força de trabalho, muito empenho, planejamento e claro que certamente uma boa doze de energia positiva é que poderão definir os resultados finais.

Vamos seguindo com a cabeça erguida, olhos abertos e coração esperançoso, para novos caminhos a serem descobertos!!!

Até a próxima.